ARTIGO E OPINIÃO - Publicado em: 22/02/2021

O Covid bateu em nossa porta e a gente abriu.


Estamos vivendo dias difíceis, mas isso não é novidade para ninguém. Desde o início do ano de 2020 fomos paralisados com a notícia de que o mundo teria que enfrentar um vírus, invisível, mortal e com características totalmente letais e desconhecidas. A ciência correu contra o tempo para conseguir uma vacina que fosse capaz de aumentar nossa esperança. A vacina chegou, mas o Brasil está muito atrás, e os motivos são muitos e nesse momento não convém falar sobre isso.

Em minha cidade estamos perdendo vidas de jovens, de idosos, de gente que tinha sonhos, que tem família, que acreditava em um futuro e foram vencidos pelo Covid 19.

Onde estamos errando? Qual a nossa responsabilidade ? Como podemos contribuir para que continuemos construindo nossa trajetória nesse planeta?

O Covid bate em nossas portas e a gente tem aberto para ele entrar e "nós" por não aguentarmos mais o fique em casa, por ter sede de vida (mesmo sabendo que a morte permanece rondando), por querer olhar a rua, por querer ver gente e sentir a brisa, "fomos" imprudentes e agora mais uma vez estamos pagando o preço alto e recebemos, quase que diariamente, a notícia de mortes de gente que batia papo conosco nas calçadas, de gente que sorriu com a gente. Vizinhos, amigos, gente boa de verdade, partindo,  prematuramente, para a eternidade.

É hora de redobrarmos os cuidados, de entendermos que de  fato estamos lidando com algo perigoso, um vírus capaz de se transformar e ficar mais forte a cada dia, precisamos aprender com ele pelo menos essa lição, para sermos mais fortes e vencermos esta guerra.

Nildinha Freitas

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